Saltar para o conteúdo
  • Aprenda a escolher entre os principais tipos de couro

    Aprenda a escolher entre os principais tipos de couro

    Resumo

    • O profissional da moda precisa conhecer o básico de todos os materiais e, entre eles, os tipos de couro com certeza é um conhecimento que nenhum criador fashion pode ignorar;
    • Dos legítimos aos ecológicos, os tipos de couro atendem a diferentes necessidades criativas, ideológicas e financeiras, e são os favoritos de muitas marcas de alto luxo;
    • Não desperdice um centímetro de couro ou qualquer outro material, caro ou não, ao criar e gerenciar coleções com mais assertividade usando a multissolução Audaces360. Faça o teste grátis agora!

    Quer economizar tempo? Dê play e ouça nosso conteúdo agora!

    Existem, ao menos, 4 tipos de couro que todo profissional deve conhecer. No entanto, seu estudo não deve parar por aí. Há também 5 tecidos vindos do couro que agregarão bastante ao seu arsenal criativo.

    É importante aprender a escolher a matéria-prima, e manejar o material sem desperdiçá-lo e acabar jogando dinheiro fora durante a modelagem. Afinal, couro não costuma ser uma matéria-prima de baixo custo.

    Faça uma boa leitura!

    Quais são os principais tipos de couro?

    Os diferentes tipos de couro podem ser usados para várias peças de roupa e acessórios.

    Couro legítimo

    Esse é o tipo de couro mais comum e popular, de origem animal. Ele pode vir de bovinos, cobras, e até jacarés, sendo este último mais raro em razão de proteção ambiental.

    É caracterizado por ser bastante resistente e ter passado diversas vezes pelo processo de curtimento. A versão de origem bovina é considerada bastante acessível e pode ser usada em roupas, calçados, acessórios, estofados, estampas, entre outros produtos.

    Couro sintético

    Essa é a opção tanto para veganos quanto para quem possui menos recursos, visto que o couro sintético pode ser bem mais econômico. Pode ser melhor para você e com certeza é melhor para os animais.

    O problema desse material, no entanto, é sua baixíssima qualidade em comparação com o legítimo, apresentando baixa durabilidade, resistência e impermeabilidade. No entanto, com a evolução do investimento em materiais veganos, esse quadro pode mudar.

    Couro ecológico

    Esse material também tem origem animal e a qualidade ecológica vem da redução de uso de metais pesados na sua produção, mudando seu processo de curtimento.

    Como se usam taninos vegetais no seu tratamento, as proteínas dessa pele ficam mais resistentes à decomposição e usam menos água, reduzindo a agressão à natureza tanto na produção quanto ao diminuir a frequência de descarte.

    Camurça

    A camurça é famosa em regiões mais frias do Brasil. Esse tipo de couro é bastante versátil e também é derivado da pele de diversos animais, com seu processo de curtimento acontecendo na parte interna. Dessa forma, os tratamentos químicos tornam a camurça um couro versátil e macio.

    Leia mais: O que é eficiência produtiva e como implantar na moda?

    Principais tipos de tecidos feitos a partir do couro

    Os tecidos e os tipos de couro ainda podem ser divididos em mais categorias do que além das mostradas acima. Algumas opções se referem a tratamentos ou matérias-primais mais específicas, como cabras ou até abacaxi. Confira abaixo alguns dos mais interessantes:

    Piñatex

    Esse tipo de couro, que também é o nome de sua marca, é feito a partir de cascas de abacaxi. É uma solução excelente para veganos e simpatizantes dos direitos animais ou propostas ecológicas.

    A marca é gringa e não é a única de seu tipo, já que algumas empresas pelo mundo descobriram como tirar couro de frutas e vegetais.

    Nobuck

    O nobuck é um tecido feito de um tipo de couro muito semelhante à camurça por causa das suas fibras. No entanto, você pode diferenciar os dois materiais ao analisar o lixamento da pele.

    Diferente do que acontece na camurça, ao se produzir nobuck, se faz o lixamento na parte externa da pele, na “flor do couro”, dando um toque leve, suave, sentido ao passar a mão.

    Chamois

    Esse tecido é um tipo de couro especificamente retirado de cabras ou animais semelhantes. Para obter o chamois, utiliza-se um processo que mistura o que é feito com o nubuck e com a camurça.

    O profissional que lida com essa material deve dividir a pele para deixar uma face áspera e a outra lixada, suave. Assim, obtém-se uma peça bastante absorvente e é ideal para calçados e acessórios, assim como móveis, jaquetas e casacos no geral.

    Caprino

    O tipo de couro caprino é bastante incomum se comparado ao bovino, mas isso é só por causa da produção de gado do segundo animal ser bem mais comum. A qualidade do material vindo da cabra não perde em nada para o vindo do boi.

    O couro legítimo caprino pode ser usado em móveis, calçados, roupas e acessórios, possui mais flexibilidade e maciez comparado ao bocino e é de ótima qualidade.

    Napa

    O nome desse tipo de couro vem de Nappa Valley, ou ao menos esse é o que acredita-se atualmente.

    Segundo essa hipótese, havia uma confecção que fazia couros macios nesse local e que teria criado essa versão do material. E se ele é caracterizado pela sua maciez, bom, você já deve imaginar uma das principais características dele.

    Além disso, ele é bastante maleável, sendo ideal para peças que precisam dessa característica na sua criação. A origem não importa, pode ser bovina, caprina, réptil, ou qualquer outra, o que importa é o material final.

    Exóticos

    Tipo de couro exótico se refere a uma grande variedade de materiais, na verdade. E para ser chamado assim, o couro deve vir de alguma origem animal não convencional, como coelhos, répteis, aves e peixes, entre outros.

    Inclusive, há parcerias entre empresas de pesca e moda para extração e uso do couro vindo de animais aquáticos.

    Leia mais: Saiba como precificar roupas em 6 passos simples

    Como identificar um tipo de couro adequado para uso?

    Entre os diferentes tipos de couro exóticos, há de cobra, jacaré, peixe e até abacaxi.

    Analise a aparência

    Esse é um dos primeiros pontos a serem considerados na escolha do tipo de couro adequado ou qualquer outro tecido.

    Analise a aparência do material e compare ao que você idealiza na sua criação e na coleção como um todo. A variedade de couros possibilita concretizar muitas ideias.

    Preste atenção à suavidade no toque

    A suavidade de um tipo de couro é um critério que interfere tanto na decisão de compra quanto no seu uso.

    Materiais muito leves podem refletir alta qualidade… ou apenas baixíssima resistência, podendo até ser falsificado.

    Essa característica também importa na hora de pensar para que estação a peça será usada, pois pode causar mais ou menos calor.

    Veja o brilho

    O brilho de um couro é um aspecto importantíssimo na estética.

    É interessante que você teste essa característica sob luminosidades diferentes, testar movimento e imaginar se o material faz sentido os cenários nos quais você deseja que a peça seja usada.

    Sinta o peso

    O peso também é uma característica que afeta muitos aspectos da peça. Entre eles, há durabilidade, resistência, a parte térmica, o caimento, entre outros.

    Seja bem criterioso com essa característica, que deve ser testada à mão, não por fotos, em acompanhamento de modelagem virtual para não desperdiçar matéria-prima.

    Qual tipo de couro tem maior qualidade?

    De forma geral, o tipo de couro mais resistente é com certeza o legítimo. Claro, isso pode significar vários tipos, porque o legítimo pode vir de vários animais, mas isso depende muito mais de como o material é tratado do que qualquer coisa.

    O ideal é pesquisar as marcas e fábricas envolvidas após entender que tipo de couro você deseja para as suas peças. Ah, e não olhe apenas pela internet! Conheça pessoalmente o material.

    Qual é o tipo de couro mais macio?

    Entre os tipos de couro comuns, a camurça é sem dúvidas o material mais macio, versátil e maleável, devido ao seu processo de curtimento.

    Isso não quer dizer que não haja opções ainda mais macias, que depende do tratamento que os fabricantes fazem e da matéria-prima, já que há algumas opções exóticas ou veganas conseguem um desempenho melhor nessa característica do que a camurça.

    Leia mais: Aprenda a identificar os gargalos de produção e como eliminá-los

    Como escolher o tipo de couro ideal para a peça?

    A escolha pelo tipo de couro ideal para uma peça depende de diversos fatores. Entre eles, estão aqueles que listamos na escolha do couro mais adequado.

    O que você precisa fazer é cruzar todas as características que listamos e detalhamos, para então comparar com as peças desejadas.

    Além disso, você precisa colocar os fatores custo e branding nessa conta.

    Materiais mais caros resultam em peças mais caras, então leve sua estratégia de precificação em consideração. Considere também que o tipo de couro afeta a imagem da sua marca, ao ser mais luxuosa, ecológica etc.

    Leia mais: Qual é o melhor sistema de produção para o seu negócio?

    3 dicas de manuseio para a produção de peças em couro

    1) Trace os moldes com lápis no verso do couro

    Quando fizer a modelagem à mão, utilize um lápis para fazer marcações. Dessa forma, você pode desenhar à vontade e melhorar sua precisão de corte posteriormente, evitando erros na modelagem ou na fabricação de peças.

    Lápis não danificam a peça e é fácil remover o grafite.

    2) Tenha à disposição agulhas em tamanhos de 11 a 16

    Claro, profissionais criativos da moda precisam ter todo tipo de ferramenta disponível se forem trabalhar à mão.

    No entanto, o couro, por causa da sua resistência, espessura e demais características, pede agulhas que não danifiquem o material, mas sejam firmes o suficiente, como as de tamanho 11 a 16.

    3) Utilize Audaces360 para ter mais assertividade

    A multissolução Audaces360 dá mais assertividade e controle às suas produções. Aumente seu poder criativo, nunca mais desperdice couro, teste todas as possibilidades de tipos de tecido e aprove protótipos de primeira, virtualmente.

    Há muitos tipos de couro e tecidos derivados. E dominar o mínimo sobre todos esses materiais é quase obrigação para profissionais da indústria da moda que operam criativamente.

    Para te ajudar nessa missão, elaboramos um e-book com os principais tipos de couro e outros tecidos de A a Z. A melhor parte é que ele é inteiramente gratuito! Baixe agora:

  • O que é eficiência produtiva e como implantar na moda?

    Resumo

    • Eficiência produtiva é a qualidade de processos de produção que minimizam custos desse setor sem causar desperdício, gargalos ou outros problemas às etapas; 
    • Também conhecida como eficiência operacional, seu ponto ideal é quando o negócio produz o máximo de produtos pelo menor custo possível sem afetar a qualidade da mercadoria; 
    • Só é possível acertar o pico de eficiência produtiva na indústria da moda com processos, equipamentos e sistemas assertivos, integrados e inteligentes, assim como a Audaces360. 

    A eficiência produtiva é ou deveria ser um dos indicadores-chaves de performance (KPIs) mais importantes de um negócio que ofereça produtos, como as confecções. A qualidade de produzir muito pagando pouco, sem desperdícios, é o segredo do sucesso de diversas empresas.

    Boa gestão de colaboradores e compra adequada de matéria-prima são fatores essenciais para um processo tornar-se mais eficiente. No entanto, a modernização das etapas – tanto através de equipamentos e sistemas quanto à evolução da tática produtiva – é o fator mais decisivo.

    Muitas confecções perdem dinheiro por economizar errado ou querer fazer produzir mais do que consegue. Na afobação por melhorar seus processos, perdem a mão e não planejam de forma estratégica. Aprenda abaixo como ter mais eficiência produtiva no seu negócio de moda.

    Faça uma boa leitura!

    O que é eficiência produtiva? 

    Eficiência produtiva é o termo que usamos quando a economia de uma empresa está na sua fronteira de possibilidades de produção, também conhecida como a sigla FPP. Ou seja, quando o seu custo de produção é o menor possível, sem sacrificar a qualidade da sua empresa.

    É um nível altíssimo de otimização de processos e, quando o seu negócio atinge esse ponto, o seu custo médio de produção também está no ponto mais baixo da curva de custos médios. Dessa forma, com boas vendas e precificação inteligente, o faturamento e, principalmente, o lucro serão altamente positivos.

    Acontece que para atingir o FPP, um negócio precisa operar de forma estratégica e aprimorar seus processos produtivos com tecnologia especializada em acelerar a produção. E, além disso, operar assertivamente e reduzir desperdícios de dinheiro, tempo, matéria-prima e mão de obra.

    Qual é a diferença entre eficiência e eficácia? 

    A busca pela eficiência produtiva na confecção é altamente necessária.

    Eficiência e eficácia são termos bastante similares, mas com diferenças significativas. É possível entender melhor como eles funcionam através de exemplificação.

    Considere uma cozinha de um restaurante hipotético em que o chef pede a seus colaboradores irem até a fruteira ver o preço dos abacaxis, para fazer uma sobremesa. O primeiro vai até o local, porém não há mais abacaxis. Ele até toma nota de quanto custaria normalmente, mas volta trazendo apenas as más notícias. Esse é um exemplo de eficácia.

    O segundo colaborador, no entanto, será nosso exemplo de eficiência. Ele vai até a fruteira e, descobrindo que acabaram-se os abacaxis, não volta de mãos fazias. Anota o preço de outras frutas e retorna contando que, mesmo o ingrediente desejado não estando disponível, sabe de outras receitas ótimas.

    Eficácia ou uma produção eficaz é a que corresponde a tudo que pede/planeja. Não deixa a desejar ou faltar. Completa sua função, independentemente de ser mais ou menos do que quem emitiu a ordem precisa.

    Eficiência é referente aos efeitos acima disso. O processo eficaz produz o que a sua empresa precisa, sem problemas ou gargalos. O processo eficiente reduz custos, aumenta a agilidade e por vezes até aprimora a qualidade de uma produção.

    Tipos de capacidade produtiva

    Alcançar a eficiência produtiva dos seus processos inclui planejamento e análise estratégicos. Ou seja, você aplica mudanças e acompanha seus resultados, para então tomar novas decisões que levem as etapas a uma realização mais eficiente. Para isso, é necessário estudar os tipos de capacidade produtiva.

    Há três formas mais comuns de avaliar o desempenho de uma confecção, que são as capacidades produtivas realizada, instalada e disponível. Não são estudos alternativos, pelo contrário, são complementares e ajudam a entender, por diversos ângulos, os problemas e as oportunidades de melhoria dos processos.

    Conheça abaixo quais são os três tipos de capacidade produtiva e como eles devem ser considerados nas análises estratégicas dos seus processos:

    Capacidade produtiva realizada

    A capacidade produtiva realizada é um tipo de análise que leva em conta as percas que podem acontecer no seu processo, incluindo sem previsão. Entre os obstáculos apresentados estão falta de luz, defeitos em máquinas e outras variáveis.

    Calcula-se a capacidade efetiva da sua empresa e, então, se reduz as perdas não planejadas. Quando se está projetando a produção, considera-se os problemas conforme probabilidade de acontecer. É um instrumento interessante para prever obstáculos e planejar soluções, assim como deve ser considerado na precificação das suas peças.

    Inclusive aconselhamos, tanto confecções novas ou quanto antigas, que reavaliem seus preços com regularidade.

    Leia mais: Descubra já como precificar roupas que a sua empresa produz!

    Capacidade produtiva instalada

    A capacidade produtiva instalada, por sua vez, traz uma realidade praticamente ideal. Ela calcula qual é a capacidade máxima de produção da sua empresa sem quaisquer perdas, gargalos, atrasos ou outras dificuldades. O que sua confecção produzirá se tudo ocorrer milimetricamente como o planejado.

    O motivo pelo qual calcula-se a capacidade produtiva instalada é entender a eficiência e a eficácia do seu processo atual. Se você produz muito abaixo do ideal, por exemplo, está na hora de rever se os imprevistos na verdade não são problemas recorrentes ignorados.

    Capacidade produtiva disponível

    Calcular a capacidade produtiva disponível serve para entender um momento específico da empresa. Essa avaliação de desempenho considera o volume de produtos que uma confecção pode produzir em um período exato, considerando ativos e insumos disponíveis naquele momento. Não considera-se as perdas, as faltas e outros problemas nas operações.

    Isso é, por exemplo, se com seu estoque médio de tecido sua empresa produz 5 camisetas, isso não importa para a capacidade produtiva disponível. Você calculará considerando quanto tecido tem, seja ele suficiente para 10 ou apenas 2 peças.

    Eficiência produtiva X eficácia alocativa 

    Confecções precisam manter alto controle sobre sua capacidade produtiva.

    É muito comum as pessoas confundirem eficiência produtiva com eficácia alocativa. Apesar da similaridade entre as palavras, dos significados aproximados de eficiência e eficácia, e esses conceitos aparecerem juntos, são coisas completamente diferentes.

    Como já dissemos assim, a eficiência produtiva tem a ver com a relação de custos de produção e com o que está sendo produzido. Quanto mais se produz com menos gastos de recursos, mais eficiente os seus processos são.

    Eficácia alocativa se refere à estratégia de alocação de recursos para garantir a eficiência produtiva da sua empresa. Veja, matéria-prima, dinheiro para investimento, mão de obra, equipamentos etc não são infinitos. Você tem um grupo de peças para distribuir pela empresa.

    Conforme você movimenta essas peças, esses recursos, haverá impacto na qualidade e na eficiência produtiva da sua empresa. Por isso, como empresário, você deve estudar e dominar os dois conceitos e as operações que impactam no mesmo.

    Quais são os benefícios de uma produção eficiente?

    Sem dúvida, uma produção eficiente traz inúmeras vantagens para uma empresa. Porém, para além do faturamento e da lucratividade, há 4 grandes benefícios que a eficiência produtiva traz para o negócio. Descubra quais são eles abaixo:

    Redução de desperdícios

    A produção eficiente leva a uma utilização melhor dos seus recursos. Dessa forma, aproveita-se melhor e usa-se menos os tecidos, a mão de obra, a energia e demais elementos importantíssimos para o processo.

    O resultado é positivo para seu negócio e para o mundo. Você economiza em dinheiro e o mundo se livra do descarte desenfreado de tecidos e desperdício de energia. As sustentabilidades financeira e ambiental são igualmente importantes e ainda trazem boa imagem perante o público e investidores.

    Entrega de resultados com excelência

    As produções eficientes dão ao empresário um grande controle sobre a qualidade e a quantidade de peças fabricadas. Isso faz com que suas entregas se tornem mais consistentes, além dar segurança às suas negociações. Ele sabe exatamente quanto pode prometer em cada entrega.

    A imprevisibilidade de resultados é um grande problema em qualquer tipo de negócio. Fica mais difícil ter um plano B para erros e se torna impossível planejar o futuro da confecção não ter acesso a informações precisas sobre a própria empresa.

    Organização ideal de estoque

    O abastecimento, o giro e a qualidade de armazenamento são três preocupações de empresários que lidam com mercadorias e insumos de produção. Ao cuidar delas, muitos empreendedores enfrentam um mesmo obstáculo: a desorganização de estoque.

    É necessário organizar seu estoque para ter uma produção eficiente. Ao mesmo tempo, a eficiência produtiva otimiza o uso dos recursos, resultando em um estoque mais controlado e de maior liquidez, além de reabastecimento racional.

    Utilização adequada de materiais e controle do nível de produção

    A eficiência produtiva impacta na quantidade de uso de matéria-prima e no montante de mercadorias produzidas. Dessa forma, não se desperdiçam materiais nem se gasta produzindo mais do que o necessário ou até mais do que seu estoque consegue armazenar. Isso é, sem resultar em desorganização ou perda de qualidade dos insumos e produtos.

    Leia mais: Conheça ferramentas eficientes para aprimorar a sustentabilidade da sua produção

    Como melhorar a eficiência produtiva da sua confecção? 

    Tecnologia traz assertividade, reduz o desperdício de tecido e aumenta a eficiência produtiva.

    Há 5 dicas muito boas para quem quer tornar o processo de produção da sua confecção uma operação mais assertiva. O bom é que todas elas, mesmo que você já aplique, sempre podem ser mais aprimoradas. Descubra quais são elas:

    Invista na atualização e qualidade dos maquinários

    Equipamentos velhos ou desatualizados são um problema para a confecção. O primeiro grupo pode até causar danos às peças, resultando em desperdício. O segundo pode atrasar ou limitar sua capacidade produtiva e até criativa, por recursos que não consigam corresponder à idealização do projeto.

    Leia mais: Descubra por que é essencial renovar sua máquina de corte de tecido automática

    Analise e aprimore seus processos

    Não existe processo produtivo perfeito. Toda operação pode ser melhorada. Reavalie com regularidade suas etapas, recursos e táticas de produção. Dessa forma, fica mais fácil identificar oportunidades de aprimoramento de resultados.

    Leia mais: Aprenda a identificar os gargalos de produção e como eliminá-los

    Invista na assertividade das etapas

    Menos erros, menos retrabalho e menos desperdício de recursos. É importante investir na assertividade das suas criações e demais etapas de produção. Hoje em dia, com a tecnologia que existe, é possível aprovar peças logo no primeiro protótipo, dependendo do sistema e dos equipamentos que você utilizar.

    Uso de tecnologia na confecção reduz custos e aumenta agilidade

    Aplicar ou aprimorar tecnologia nos processos de uma empresa reduz seus custos e aumenta a agilidade de diversas formas. Quando tratamos de confecção ou qualquer operação da moda, essa afirmação se torna ainda mais real.

    O desperdício de tecidos e outras matérias-primas, por exemplo. Diversos ateliês não podem se dar o luxo de perder materiais, ainda mais em testagens de criações. Na grande indústria, processos mal elaborados, defasados ou defeituosos também enfrentam a mesma consequência.

    A falta de eficiência e até eficácia é notada também na projeção de protótipos e na busca por encaixes com o maior aproveitamento de tecido possível. Profissionais e empresas de confecção por vezes se frustram com a falta de assertividade na produção de peças piloto.

    As reprovações recorrentes resultam em gastos de material, mão de obra, dinheiro, tempo e até autoestima dos colaboradores. Tudo isso porque entre as coleções pensadas e a sua modelação em softwares atrasados há muita perda de informação. Quando parte-se para a produção da peça, então, a situação só piora.

    Sabendo da realidade de muitas confecções, a Audaces oferece você a oportunidade de aprimorar a sua produção. Baixe agora nosso e-book grátis e turbine os resultados da sua empresa: 

  • Como a tecnologia pode ser uma aliada para a moda autoral?

    Como a tecnologia pode ser uma aliada para a moda autoral?

    Resumo

    • Moda autoral se refere à produção em que o estilista acompanha tudo de perto, desde a criação do conceito e a escolha de matéria-prima, ao lançamento e as vendas;
    • Esse tipo de produção traz inúmeros benefícios para o profissional, para a sociedade, para a natureza e para a renovação criativa no mundo da moda;
    • Elimine riscos do início ao fim da sua coleção autoral investindo na assertividade da produção. Teste grátis o Audaces360!

    A democratização do acesso a matérias-primas e conhecimentos de confecção levou ao surgimento de novos profissionais e mercados no país. Diante dessa realidade, a moda autoral se tornou mais popular – ainda mais pelos benefícios que traz à sociedade.

    A fuga das tendências é um dos pontos mais fortes, dando ao estilista total domínio criativo por usar sua própria bagagem cultural. Mas ser original tem seu preço, pois causa estranhamento e é necessário estratégia para torná-lo uma qualidade, não um defeito.

    Entenda abaixo o que é a moda autoral, os benefícios que ela traz para todos, como ter sucesso nesse mercado e como a tecnologia pode ser uma aliada forte nesse processo. A dica inicial, no entanto, é: se entregue de mente e alma para o desafio.

    Faça uma boa leitura!

    O que é moda autoral?

    Moda autoral se refere a peças e coleções que seus criadores acompanham a produção inteira de pertinho. A moda artesanal, por exemplo, é autoral. No entanto, o uso de processos tecnológicos ou de manufatura não exclui uma coleção dessa categoria.

    O importante nessa definição é o papel do estilista. Ele deve acompanhar todo o processo de produção de perto. A escolha da matéria-prima e a entrega para o cliente devem ter seu envolvimento.

    Uma marca muito importante da moda autoral é que ela não necessariamente corresponde a tendências do momento. O profissional está livre para criar com a sua própria bagagem cultural e inovar sem se preocupar com o que os trendsetters promovem.

    Esse conceito atravessa classes de mercado e consumidores. Profissionais que fazem da sua garagem um ateliê para produzir peças para seu bairro de baixa renda são autorais. Da mesma forma, existem grandes estilistas se apresentando em festivais exclusivos de moda autoral, como o DFB Festival.

    A sustentabilidade e a moda autoral

    A moda autoral promove a sustentabilidade. Não por um ou dois motivos, mas por diversos. Tudo isso graças a uma produção menor, focada e feita sob alto rigor do estilista. Assim, ela é uma grande aliada no combate ao consumismo na moda. Entre os motivos que a tornam sustentável, há:

    Foco na qualidade. Ao produzir poucas peças, o estilista não precisa se preocupar com adquirir toneladas de tecido. Seu foco muda de quantidade para a qualidade das roupas. Dessa forma, as peças duram mais tempo, reduzindo a quantidade de descartes.

    Ao diminuir a quantidade de peças produzidas, também diminui-se a quantidade de peças que sobram do lançamento. Mesmo que você não venda tudo, poucas sobrarão, que ainda podem ser armazenadas e vendidas novamente depois. Ainda que sejam descartadas, haverão menos indo para o lixo.

    Circulação econômica. Diminuir a quantidade de peças oferecidas não diminui quantas pessoas querem, ou melhor, precisam comprar roupa. Dessa forma, abre-se mais espaço de mercado para novos profissionais, sem que o estilista abra mão da rentabilidade, pois cobrará um preço maior.

    Ainda, o estilista não faz tudo sozinho. Ele ainda precisa contar com a ajuda de outros profissionais, nem que seja com as vendas. Geralmente, a contratação é local. Com mais núcleos de produção espalhados pelo país, aumenta-se a geração de renda de muitos bairros e cidades.

    Isso não acaba por aí. Poderíamos passar este texto inteiro falando dos benefícios que a moda autoral traz para a natureza e a economia. Mas precisamos falar de outros assuntos também. Continue lendo para entender como é o mercado autoral brasileiro.

    Como é o mercado de moda autoral no Brasil?

    Como é o mercado de moda autoral no Brasil?

    O mercado de moda autoral é grande, mas acontece aos poucos. Esse movimento depende muitas vezes apenas dos profissionais envolvidos. A partir do momento que terceiros investem, pode haver interferência criativa – retirando a “graça” e a originalidade da autoria.

    Recentemente, por exemplo, um pequeno centro comercial em Minas Gerais, o Mundo Novo, se destacou ao juntar um pequeno grupo de excelentes e criativos estilistas da moda mineira. Ao mesmo tempo, também há o festival da Dragão Fashion Brasil.

    Nesse evento, novo e revolucionário, estilistas apresentam exclusivamente peças de moda autoral. Então, é um mercado em ascensão e em alta. Mas ainda não chegou ao seu pico, o que significa que tem espaço para muita gente ainda.

    Por que investir em moda autoral?

    Seja você estilista ou um investidor da moda, o esforço dos dois é bem-vindo no mercado autoral. A sustentabilidade que ela promove só se intensifica quando mais pessoas abraçam essa causa e esse é um dos principais motivos para seu investimento.

    Ao mesmo tempo, a moda autoral contribui para uma indústria mais criativa. As tendências são muito importantes, mas o estilista mostrar o seu talento sem se preocupar com elas também é.

    A autoria dos estilistas e demais profissionais envolvidos é o que faz a moda ser arte, não apenas um produto. E a moda autoral é justamente a oportunidade de se focar no aspecto artístico, de expressão.

    Comercialmente falando, também é importante investir na moda autoral. A busca pela identidade é uma problemática humana antiga, mas não para de evoluir. Pessoas procuram por maneiras de expressar a individualidade. E esse novo público consumidor é compatível com a pluralidade maior da moda autoral.

    Como ter sucesso na moda autoral?

    A moda autoral é sem dúvida uma grande oportunidade do estilista se expressar na arte. Até aí, se o que você procura é o sentimento de autorrealização ao lançar suas ideias, qualquer profissional pode considerar que atingiu o sucesso. Mas é só isso que você quer?

    O sucesso comercial, de crítica e de público depende de diversos fatores. Você precisa conhecer o mercado e promover de forma efetiva a sua coleção. As pessoas só podem usar suas peças se elas as conhecerem – e entenderem como mudará a vida delas.

    Apreciar a estética do seu trabalho é o que muitos farão facilmente. O sucesso da moda autoral é quando as pessoas se identificam com a sua coleção, é quando elas abrem o armário e escolhem as suas peças com orgulho.

    Escolha seu público

    “Todo mundo que achar bonito” não é público. A moda autoral é produzida em pequenas quantidades, então você precisa nichar a sua coleção. Escolher um grupo e estudá-lo facilita a criação de laços com ele, implicando no sucesso das suas produções.

    Mostre originalidade

    Há bilhões de pessoas no mundo e todos são diferentes uns dos outros. Por que ainda vemos coleções tão parecidas? Porque muitos não olham para dentro, para sua essência artística e o que faz dela ser única. Seja original, seja você.

    Estude concorrência e tendências

    A moda autoral não quer ser igual aos outros, quer ser original. Por isso mesmo, você deve estudar o que é popular, o que está em voga. É necessário saber o que é igual para fugir e fazer diferente. Do contrário, mesmo que a coleção não copie ninguém, pode chegar na mesma conclusão ou ser influenciada sem que o estilista perceba.

    Invista no branding

    É importante deixar uma marca. Dê um nome que case com a essência da coleção, use materiais com identidade visual no mesmo estilo, capriche. O branding é uma ferramenta poderosíssima no mercado fashion. Pense também no marketing sensorial.

    Faça um lançamento digno

    Mostre ao mundo para o que sua arte veio. Não adianta fazer coleções super originais e criativas com potencial de sucesso se elas ficarem no seu armário. Prepare um evento, virtual ou presencial, e divulgue para o máximo de pessoas quanto for possível.

    Como a tecnologia pode ser uma aliada da moda autoral?

    Você não precisa operar de forma artesanal para estar na moda autoral. A tecnologia pode ser sua grande parceira de criação. Não estamos falando de produzir por algoritmo ou produções em massa, mas de otimizar processos e ter assertividade no seu trabalho.

    As soluções disponíveis no mercado abraçam todas as etapas. Isso significa reduzir todo o tempo da criação, além de diminuir chances de erros. Escolhendo o hardware e o software certos, a sua assinatura criativa fica ainda mais forte.

    4 benefícios da tecnologia no mercado de moda autoral

    4 benefícios da tecnologia no mercado de moda autoral

    1. Prototipagem assertiva

    Reprovar seus próprios modelos é muito desanimador. Perde-se muito tempo, dinheiro e matéria-prima sempre que uma peça é reprovada. Ainda mais se você não puder reverter as mudanças ou consertar erros da operação.

    Tecnologias que otimizam a sua produção ajudam que seu primeiro protótipo corresponda o máximo possível ao que você imaginou na criação. Quanto menos testes precisar, mais rápido ficará o seu processo de prototipagem.

    2. Criação de peças

    A tecnologia dá a você muitos recursos de criação. Entre eles, estão testes de formas, cores e texturas. Imagina ter que comprar um pouco de cada matéria-prima que você acha que cabe na coleção? Fica muito mais caro. Testar direto no computador economiza esse gasto.

    Também é possível editar modelos e estampas de forma mais precisa do que à mão. A modelagem 3D é limitada apenas pela sua imaginação. Não é necessário sair correndo de ferramentas novas sempre que quiser testar um formato novo de corte, por exemplo.

    3. Novos mercados

    A sua moda autoral não precisa ser oferecida apenas no seu bairro. Com a tecnologia, é possível montar e-commerces, e assim enviar suas peças para qualquer lugar do mundo. As lojas virtuais permitem a sua assinatura atravessar o mundo.

    Ainda, é possível levar seus lançamentos a um novo patamar. Na pandemia, os eventos virtuais ficaram mais fortes e os recursos digitais para realizá-los evoluíram. Uma boa câmera e um cenário bem montado podem ser grandes passarelas para marcas pequenas.

    4. Economia de tecido

    A assertividade que tecnologias trazem ajuda a economizar tecido. Diminuir a quantidade de propósitos, reduzir os erros e fazer escolhas mais espertas de encaixe são alguns dos exemplos de como modernizar seus processos ajudam nessa economia.

    Essa atitude não é boa apenas para o seu bolso, mas para o planeta inteiro. Uma das grandes vantagens da moda autoral é poder ser sustentável. Então, eliminar o desperdício de tecidos é a oportunidade da sua marca abraçar a ecologia.

    O Audaces360 impulsiona a moda autoral

    A multissolução Audaces360 torna qualquer coleção autoral mais próxima da realidade. Os sistemas e equipamentos que oferecemos otimizam sua produção, aumentam o controle criativo e ainda ajudam a desperdiçar matéria-prima, tempo e dinheiro.

    Confira algumas das formas que nós ajudamos em cada etapa do projeto:

    Audaces Isa: gerenciamento assertivo do início ao fim

    Mapeie visualmente e de forma simples o planejamento da sua coleção autoral. Assim, você define etapas claras para o projeto, antecipa custos, agiliza a aprovação e monitora o estágio de cada modelo da coleção, otimizando o fluxo de trabalho. Por fim, mantenha um histórico do seu trabalho e emita relatórios completos sobre cada modelo e coleção.

    Audaces Idea: ficha técnica e pré-custo totalmente automatizados

    Faça um desenho técnico com ferramentas específicas para a moda, integrado em um único módulo com a ficha, que será automatizada e integrada com seu sistema de gestão. Assim, você pode gerar um pré-custo automático de cada peça ao importar os modelos que serão utilizados e aplicar ou editar estampas, sejam elas corridas ou localizadas.

    Audaces Moldes: aproveite para modelar e graduar no computador

    Desenvolva moldes direto no computador ou modifique outros já existentes, digitalizados no Audaces Digiflash. Depois, simplifique e dinamize sua graduação, tendo mais agilidade e qualidade no trabalho. Por fim, planeje encaixes com alta precisão e defina o processo de costura, indicando o corte desejado com precisão. Garanta que tudo saia conforme o plano.

    Descubra como economizar mais na sua coleção autoral:

  • Saiba como precificar roupas em 6 passos simples

    Saiba como precificar roupas em 6 passos simples

    Resumo

    • O empreendedor que não sabe como precificar roupas corre sérios riscos de ter prejuízo;
    • A escolha do preço é objetiva e estratégica, precisa ser feita colocando tudo na ponta do lápis;
    • Para isso, você precisa do Audaces360. Descubra nosso ecossistema! 

    Há várias formas de precificar roupas. E todas elas podem ser trabalhadas em conjunto para que você chegue na resposta certa para esse cálculo.  

    No entanto, o estudo e a prática constantes são o único jeito de manter os preços realistas conforme seu momento de marca e a economia. 

    Você pode basear seu preço em 6 pontos principais. Conheça cada um deles, a seguir!

    Boa leitura.

    Qual é a importância da precificação de roupas para a sua confecção? 

    Saber como precificar roupas dá ao empresário poder estratégico sobre o presente e futuro da empresa.  

    Afinal, são os preços quem ditarão o valor do faturamento final, conforme os números de vendas.  

    Isso é, pense nos futuros concorrentes que resolveram cobrar caro e acabaram afugentando clientes. 

    Aprender sobre precificação permite equilibrar as despesas da produção, descobrir a média dos valores praticados e o lucro que sua empresa receberá.  

    Também dá previsibilidade financeira sobre o futuro da sua empresa e se torna possível estabelecer estratégias com precisão e inteligência. 

    Administrar um negócio envolve uma sequência enorme de contas para pagar.  

    E como você saberá se a empresa está dando lucro ou, se houver prejuízo, de onde está vindo o problema? 

    A precificação ajuda a identificar vendas que estão sendo muito mais baratas ou mais caras do que seu público está disposto a pagar. 

    Leia mais: 7 motivos para gerenciar de perto os custos da sua confecção 

    O que considerar na precificação de roupas? 

    A precificação de roupas envolve alguns fatores. Conheça os principais: 

    Custo de mão-de-obra 

    Inclua os salários, benefícios sociais, horas extras dos seus funcionários. Custos associados ao treinamento de funcionários e desenvolvimento de habilidades. 

    Custos de materiais 

    Existem custos como dos materiais principais, como tecidos, zíperes, botões, fios também são dados importantes na hora de precificar suas peças. 

    Além de custos de transporte e logística para trazer os materiais para a fábrica. 

    Custo de produção 

    Os custos de produção como eletricidade, água, gás são necessários no momento de precificar. Além deles custos para manutenção e reparo de máquinas e equipamentos. 

    Custos como de aluguel da fábrica e manutenção das instalações também devem ser considerados. 

    Margem de lucro 

    A diferença entre o custo de produção e o preço de venda, sem incluir outras despesas. 

    A margem bruta menos todas as outras despesas operacionais e impostos. 

    Leia mais: Confira 3 dicas para montar sua planilha de precificação de roupas 

    Qual a margem de lucro ideal para loja de roupas? 

    A margem de lucro ideal para uma loja de roupas pode variar bastante dependendo de vários fatores, como o tipo de produto, o público-alvo e os custos operacionais. 

    No entanto, uma margem de lucro comum e saudável para o setor costuma ficar entre 40% e 60%.  

    Isso significa que se uma peça custa R$ 100 para ser produzida, ela pode ser vendida por R$ 140 a R$ 160. 

    Para determinar a margem ideal para sua loja, é crucial fazer uma análise detalhada dos seus custos e entender bem o mercado em que você está inserido.  

    Pesquisar os preços dos concorrentes e testar diferentes estratégias de preços também pode ajudar a encontrar o equilíbrio certo.  

    Quer descobrir como a gestão de produção decide o lucro? Confira o terceiro episódio do podcast “Made in Fashion” com o convidado Eduardo Cristian!

    Como a gestão de produção decide o lucro da confecção | Eduardo Cristian | Podcast

    Erros mais comuns na precificação de roupas 

    como precificar roupas: pessoa olhando etiqueta de preço de roupa

    Além de saber precificar é preciso saber quais os erros no momento de fazer essa atividade tão importante para sua confecção.

    Conheça os 4 erros mais comuns:  

    Padronizar o preço em todas as peças 

    Um erro comum é estabelecer um preço único para todas as peças, independentemente das variações nos custos de produção.  

    Cada peça pode ter custos diferentes devido ao tipo de tecido, complexidade do design e tempo de produção.  

    Padronizar os preços pode resultar em margens de lucro inconsistentes e até em prejuízos em algumas peças. 

    Precificar com base na concorrência 

    Embora seja importante observar os preços dos concorrentes, definir preços apenas com base no que os outros estão cobrando pode ser um erro.  

    Isso ignora os custos específicos do seu negócio e pode não refletir a qualidade ou o valor percebido dos seus produtos.  

    Não considerar custos fixos e variáveis 

    Outro erro é não considerar todos os custos fixos e variáveis.  

    Ignorar esses custos pode levar a uma precificação inadequada que não cobre todas as despesas, comprometendo a lucratividade do negócio. 

    Não atualizar os preços periodicamente 

    Os custos de produção, tendências de mercado e demanda dos consumidores mudam com o tempo.  

    Não ajustar os preços regularmente para refletir essas mudanças pode fazer com que os preços fiquem defasados.  

    Como precificar roupas? Veja 6 formas práticas! 

    Conheça seis maneiras de precificar roupas que você pode começar a usar hoje na sua confecção: 

    1) Não se baseie em suposições 

    Utilize dados concretos sobre custos, mercado e concorrência. Pesquise e colete informações precisas para tomar decisões informadas.  

    Suposições podem levar a preços inadequados, prejudicando suas vendas e lucros. 

    2) Calcule o seu markup ideal 

    O markup é o percentual adicionado ao custo de um produto para determinar seu preço de venda.  

    Para calcular o markup ideal, considere todos os seus custos e a margem de lucro desejada.  

    Leia mais: Conheça o papel do markup de moda na lucratividade da sua confecção 

    3) Identifique o custo unitário 

    Como precificar roupas: homem olhando tabela de valores para jaqueta jeans

    Determine o custo unitário de cada peça de roupa, incluindo todos os custos envolvidos.  

    Saber o custo exato de cada peça é essencial para definir um preço de venda que cubra todos os gastos e ainda gere lucro. 

    4) Aplique o markup sobre o custo 

    Depois de identificar o custo unitário e calcular o markup ideal, aplique-o sobre o custo.  

    Se o custo unitário de uma peça é R$ 30 e seu markup é de 70%, o preço de venda será R$ 30 + (R$ 30 * 0.70) = R$ 51. 

    Leia mais: Saiba o que é e como fazer o cálculo do markup da sua coleção 

    5) Categorize suas peças de roupa 

    Divida suas peças em categorias, como básicas, premium, ou de edição limitada. 

    Cada categoria pode ter uma estratégia de precificação diferente, refletindo o valor percebido pelo cliente.  

    Peças premium podem ter margens de lucro mais altas, enquanto peças básicas podem ter margens menores, mas compensadas pelo volume de vendas. 

    6) Use a tecnologia a seu favor  

    Planilhas bem estruturadas ou softwares especializados, como o Audaces Idea, podem automatizar cálculos e análises, garantindo precisão e eficiência.  

    Essas ferramentas permitem simular diferentes cenários de precificação e ajustar rapidamente conforme necessário, ajudando a manter a competitividade e lucratividade do seu negócio. 

    Leia mais: Saiba como a tecnologia auxilia na produtividade do setor têxtil 

    Como colocar preço em roupas de maneira eficiente? 

    Conheça 5 dicas muito importantes para quem quer aprender como precificar roupas de maneira eficiente.  

    Não faça só cálculos aproximados 

    A venda de uma peça de roupa envolve muitos custos. O tecido e outras matérias-primas são importantes, mas eles são apenas o começo de uma lista inteira.  

    Há máquinas a serem compradas e receber manutenção, consumo de energia elétrica e a entrega das roupas.  

    A mão de obra e seu investimento em especialização para criar a peça e tocar o negócio também não foram de graça. 

    Considere as variáveis 

    Como precificar roupas: Mulher olhando preço de roupa em etiqueta.

    Há muitas contas que variam de um mês para o outro. É um erro muito grande fazer a precificação do seu produto se baseando apenas no menor custo possível.  

    Coloque na conta as possibilidades de imprevistos, aumento de preço da matéria-prima e contratação de colaboradores, por exemplo. 

    Faça uma análise de mercado detalhada 

    Conhecer seu público, sua concorrência e a realidade geral do seu mercado são imprescindíveis para uma precificação correta.  

    Estude o perfil dessas pessoas e quem você quer atingir. Por fim, conheça as volatilidades dos custos que você encontrará no mercado. 

    Valorize seus artistas 

    Roupas não são apenas utilitários. O desenvolvimento de cada peça envolve um processo criativo por trás.  

    Há conceitos e sonhos de um estilista ou modelista aplicados em uma coleção. E, enquanto arte não tem preço, tem valor.  

    Gere autoridade sobre sua marca 

    Da mesma forma que é importante pensar na arte, lembre-se que uma marca de roupas também está viva.  

    Ela tem um estilo de vida, inspirações, cria, segue e quebra tendências, e se conecta com pessoas. 

    Essa conexão que a sua marca cria pode ser refletida no preço da sua coleção.  

    Leia mais: Entenda como potencializar a sua confecção através da gestão de moda 

    Quanto tempo leva até uma loja de roupas dar lucro? 

    O tempo para uma loja de roupas começar a dar lucro pode variar bastante, dependendo de vários fatores.  

    Em média, pode levar de seis meses a dois anos. Nos primeiros meses, os custos de montagem, compra de estoque, marketing e operações iniciais são altos, enquanto as vendas continuam se estabilizando.  

    É importante ter paciência e um bom planejamento financeiro para atravessar esse período inicial. 

    Leia mais: Confira 3 dicas para montar sua planilha de precificação de roupas 

    Quanto fatura uma loja de roupas pequena? 

    Em média, uma loja de roupas pequena pode faturar entre R$ 10.000 e R$ 50.000 por mês.  

    Roupas de grife ou peças exclusivas geralmente têm preços mais altos, o que pode aumentar o faturamento.  

    Por outro lado, lojas que vendem roupas mais acessíveis ou básicas podem compensar com um maior volume de vendas. 

    Defina o preço ideal para suas peças com Audaces Idea 

    Audaces Idea ficha técnica

    O Audaces Idea é um software que automatiza o pré-custo, a ficha técnica e o desenho técnico das suas produções.  

    Assim, conforme você cria e mexe na sua peça, obtém automaticamente o quanto cada modificação custará na coleção final.  

    Ao invés de precificar contando com “achismo”, tenha objetividade e assertividade no seu trabalho. 

    Calcule seus pré-custos de forma rápida e sem dúvidas! Baixe a planilha de pré-custos e agilize sua produção:

    FAQ

    Qual é a importância da precificação de roupas para a sua confecção?

    São os preços quem ditarão o valor do faturamento final, conforme os números de vendas.  

    O que considerar na precificação de roupas?

    Custo de mão-de-obra, custos de materiais, custo de produção e margem de lucro. 

    Qual a margem de lucro ideal para loja de roupas?

    Uma margem de lucro comum e saudável para o setor costuma ficar entre 40% e 60%.  

  • Saiba o que é collab na moda, vantagens e cases de sucesso

    Saiba o que é collab na moda, vantagens e cases de sucesso

    Resumo

    • Profissionais preocupados com tendências precisam saber o que é uma collab na moda, pois é um movimento muito popular que traz vendas e valorização para as marcas;
    • A collab é uma parceria entre duas marcas, geralmente uma de moda e outra não, em que lançam coleções e/ou realizam eventos em conjunto;
    • Peças de collabs são muito importantes para reputação e reconhecimento de marca, e exigem assertividade. Aprimore todas as etapas da sua coleção com a Audaces360.

    Você já se deparou com alguém na rua usando uma camiseta com estampa de marca, mas que não era de roupa? Pois esse é um exemplo prático para entender o que é uma collab na moda. E há muitos ganhos por trás para todos os envolvidos.

    O aumento de vendas é definitivamente um grande atrativo. Porém, para a empresa que não é da moda, o lucro financeiro talvez nem seja o principal objetivo. Há muitas formas de uma marca lucrar com collabs, tanto a curto quanto médio e longo prazo.

    É importante que profissionais do mercado fashion, mesmo os iniciantes, se apropriem do assunto. Ao dominar o conceito, ele também pode pensar nas próprias ações. Não são só as marcas gigantes que podem promover esse tipo de coleção.

    Continue lendo para entender a importância das collabs.

    O que é collab na moda?

    O que é collab no mundo da moda?

    Duas marcas, geralmente uma do mercado fashion e outra não, podem concordar que lançar uma coleção em conjunto seja lucrativo para ambas. Além de um aumento pontual de vendas, há valorização, exposição e brand awareness a longo prazo.

    Um exemplo é a collab Havaianas e Oreo. Pode até haver um retorno em royalties para a marca de bolacha, mas esse não é o seu maior ganho. Manter a Oreo na mente das pessoas influenciará suas decisões de compra por doces e despertará desejo de consumo.

    No entanto, nem toda estampa de terceiros significa uma collab. Certos cenários podem ser apenas licenciamento, onde a empresa fashion “aluga” a outra marca. As Havaianas dos Simpsons não representam, necessariamente, uma parceria da Alpargatas com a Fox.

    Diferença entre collab e outros licenciamentos

    Há duas principais características das collabs que as diferenciam de outros tipos de licenciamentos. São elas: o protagonismo do projeto e a etapa de criação, que são realizados de forma colaborativa.

    No licenciamento comum, a marca X, de qualquer mercado, só tem o papel de ceder o uso de elementos gráficos característicos para a Z, de moda. Isso junto de algum controle para garantir que ela não será associada a uma mensagem que não gostaria de passar.

    Na collab, ambas estão presentes no desenvolvimento da coleção, investindo recursos, selecionando profissionais e propondo decisões criativas. Não é uma ação da marca Z usando a X.

    Como surge uma collab?

    Há diversos motivos que podem iniciar uma collab. Em geral, no entanto, parte de um desejo de duas marcas se aproximarem mais do público. Os clientes da marca X podem se tornar consumidores da marca Z e vice-versa.

    Em alguns momentos, essas coleções podem surgir de eventos comemorativos. A Moça e a Anacapri, por exemplo, fizeram uma collab em celebração aos 100 anos da marca de leite condensado.

    Leia mais: Aprenda a calcular a vestibilidade da sua confecção de moda

    Quais são os objetivos das collabs na moda?

    Como dissemos, pode haver diversos objetivos por trás de uma collab. Porém, há cinco que estão quase sempre presentes e podem ser as principais motivações. Você pode aprender sobre eles abaixo.

    1. Aumentar o reconhecimento das marcas envolvidas

    Quando uma pessoa deseja comprar um produto e possui as opções de uma marca nova e outra conhecida, a tendência é que ela escolha pela segunda. Há uma segurança e reputação que trazem conforto à decisão, visto que desconhecimento traz “medo”.

    Ao fazer uma collab, as duas marcas conseguem expandir o reconhecimento e a lembrança de marca. Diferente de uma propaganda na tv que dura alguns segundos e ainda pode incomodar o público, uma peça de roupa está sempre ali quando se abre a porta do armário.

    Ainda, a coleção não influencia apenas quem a está vestindo. Sempre que aquela pessoa sair de casa com aquelas peças da collab, todos à volta estão expostos àquelas marcas.

    2. Promover identificação do público e criar advogados de marca

    A ideia do branding é que as pessoas não compram produtos, compram ideias. No mercado de calçados, há um bom exemplo disso. Adidas e Nike são duas grandes empresas com qualidade similar e a diferença entre seus públicos é a identificação com suas marcas.

    As collabs na moda são oportunidades de conquistar essa conexão. O público veste a camisa ao se sintonizar com a mensagem de uma coleção. A partir desse ponto, passa a consumir mais daquelas empresas e a proativamente divulgar aquelas marcas.

    3. Unir conceitos de produtos, ideias ou posicionamentos de mercado

    Se duas marcas percebem um potencial de identificação vindo do público-alvo da outra, o collab cria essa aproximação cruzada. Unindo-se conceitos, mostra-se aos clientes que as duas possuem mensagem aliadas e compatíveis e que faz sentido consumirem ambas.

    4. Aliar processos criativos

    Dinheiro não é a única coisa que representa o que é collab na moda. Esse tipo de ação costuma gerar desafios criativos interessantes para os profissionais. Não é tarefa fácil, por exemplo, criar identificação com marca de refrigerante através de camisetas.

    A colaboração entre marcas e profissionais criativos traz benefícios para o mercado da moda. Os projetos envolvem conceitos inusitados e desafiam o olhar que você tem sobre um determinado produto. Isso tudo resulta em peças inovadoras e podem até provocar tendências.

    5. Retorno financeiro

    O retorno sobre o investimento pode ocorrer a curto, médio e longo prazo. Em todas as situações, é possível criar aumentos expressivos de vendas. Assim, o potencial lucrativo é um dos grandes fatores de importância da collab na moda.

    A curto prazo, no lançamento da coleção e enquanto houver estoque, costuma haver um pico de faturamento. Se o marketing for bem feito, clientes das duas marcas adquirem as peças o mais rápido possível para não ficarem sem.

    Após adquirir sua peça de edição limitada, o cliente pode despertar um desejo de compra, que será alimentado pelo buzz do momento. Se essa movimentação chegar bem nas redes sociais, é possível influenciar pessoas que não adquiriram a coleção a, mesmo assim, comprar produtos dessas marcas.

    Depois disso, a médio e longo prazo, ainda haverá aumentos de vendas para as duas empresas. A marca de fora desse mercado aumenta a sua exposição ao se tornar parte do vestuário do público. Enquanto isso, as pessoas que gostaram das peças voltarão à loja para conhecer outras coleções e ficarão de olho em futuros lançamentos.

    Qual é o porte de uma marca que faz collab?

    Ao se analisar casos de sucesso, é comum usar empresas gigantes como exemplo. No entanto, isso não significa que essa estratégia de branding não seja democrática. Marcas regionais, médias e pequenas também podem reproduzir essa tendência.

    Claro, é importante que as coleções sejam elaboradas com bom gosto e o marketing seja bem feito. E ajuda muito se ao menos uma das marcas já tiver alguma notoriedade. Porém, no geral, o sucesso de uma parceria depende da criatividade e da estratégia dos envolvidos.

    Leia mais: Conheça 10 dicas para desenhar roupas e criar peças com maior agilidade

    Exemplos de collabs que fizeram sucesso

    Exemplos de collabs que fizeram sucesso

    No Brasil e no mundo afora, houveram diversos collabs com excelentes resultados. E nem todos envolveram empresas estranhas ao mercado fashion. Houveram, também, casos com diferentes marcas de roupas se unindo para criar coleções inovadoras.

    Ao enfrentar esses desafios, os artistas envolvidos “brincaram” com conceitos diferentes ao que eram esperados. Logo, estudar os resultados criativos dessas ações é uma boa forma de se inspirar, pois podem trazer insights únicos e interessantes. Afinal, não basta que as peças sejam belas, uma ideia relativa. Elas devem corresponder às propostas das marcas.

    Adidas e Beyoncé

    O lançamento da collab entre as marcas Adidas e Ivypark (de Beyoncé) fechou o ano de 2021 com o slogan “Welcome to the HALLS of IVY”” (Bem-vindos aos salões da Ivy). Suas diversas coleções possuem foco na inclusividade e no empoderamento femino.

    Esse projeto foi feito com o conceito de acabar com rótulos. Por isso, boa parte dos modelos são mulheres não-brancas e com corpos fora do padrão. Da mesma forma, as roupas, os calçados e acessórios também são únicos e marcantes.

    Extravagância e elegância foram aplicadas com cores e formas chamativas. Um destaque dessa ação é a Ivytopia, junção Ivypark e utopia, que se apresentou com proposta de transformação. As peças desta coleção são principalmente roupas de banho.

    Leite Moça e Anacapri

    Leite condensado, ainda mais da marca Leite Moça, ativa muitas lembranças positivas na mente do público. E, para comemorar essa memória “doce”, a marca se uniu à Anacapri para celebrar os 100 anos de Brasil.

    O resultado da colaboração foi uma coleção completa de bolsas, tênis e outros acessórios que apresentaram um desafio único aos designers. Os conceitos usados foram culinária, a primeira latinha de Leite Moça e outras referências à marca de leite condensado.

    Esse tipo de produto pensa mais do que no visual. Há uma busca por experiências multissensoriais. O sucesso desse projeto aconteceu em razão das peças ativarem memórias olfativas e gustativas nos clientes. A coleção “tem sabor doce”.

    A iniciativa dessa collab veio por parte do Leite Moça, que queria se conectar com o público-jovem, em especial o feminino.

    Ainda que brigadeiros e beijinhos sejam consumidos por pessoas de qualquer faixa etária, a compra do leite condensado puro ainda estava restrita aos mais velhos.

    https://twitter.com/leitemocanestle/status/1439227717921255428

    Supreme e Louis Vuitton

    A marca Supreme é conhecida por focar em skatistas, cantores de hip hop e outros grupos da “cultura de rua”. Com uma pegada jovem, conseguiu conquistar o top 10 das marcas mais lembradas pela geração Z, que abrange nascidos no fim de 1990 até 2010.

    Enquanto isso, Louis Vuitton é uma marca de grife francesa, com peças de luxo, couro de alta qualidade e acessórios fabulosos. Seus focos são originalidade, vibe de vanguarda e qualidade.

    O público-alvo é formado por mulheres de 35 a 54 anos com alto poder aquisitivo e jovens adultos de 18 a 34 anos que tenham recursos suficientes para adquirir os produtos e sejam aspirantes à marca. Ainda assim, há coleções voltadas para homens.

    As diferenças dessas marcas não foram resolvidas facilmente. Entre a primeira proposta de collab da Louis Vuitton para a Supreme até o lançamento da coleção colaborativa houve uma lacuna de duas décadas.

    No entanto, a espera valeu a pena. O conglomerado de luxo LVMH (Moët Hennessy Louis Vuitton) teve um aumento aproximado de U$ 23 bilhões só na primeira metade de 2017. Isso representa um aumento 23% de lucro para a empresa.

    Fruki e Gang

    Marcas regionais também lançam collabs e atingem sucesso. Uma prova disso é a coleção lançada pelas marcas gaúchas Fruki Guaraná e Gang em comemoração aos seus 50 e 45 anos, respectivamente.

    O conceito utilizado foi a mistura e aplicação das embalagens do refrigerante e da estética urbana-retrô às peças clássicas da marca de moda. Ainda que essas marcas não tenham apelo nacional, os sentimentos de “tribo” e nostalgia compartilhados entre o público-alvo permitem bons resultados.

    Farm e Levi’s

    Levi Strauss, quando patenteou a calça jeans, talvez não imaginasse que seu tecido denim combinaria tanto com estampas super brasileiras como as da Farm. Essa collab entre a marca nacional e a mais famosa empresa de jeans wear deu muito certo.

    Deixando um pouco o índigo de lado, os jeans, combinados com camisetas e vestidos, receberam cores, formas e figuras que remetem à flora e fauna tupiniquim. Ainda, a ação teve uma pegada ecológica. A colaboração foi ampliada à participação do SOS Mata Atlântica e o One Tree Planted, plantando 14 mil árvores durante o lançamento da coleção.

    Não é a primeira vez que a Farm faz um collab internacional. A marca brasileira também já lançou coleções com a Adidas e não deve parar por aí. Há bastante investimento na expansão das suas operações para outros países.

    Entenda como a Audaces pode ajudar no lançamento da sua collab de moda

    Planejamento, marketing forte e criatividade são três conceitos pilares para definir o que é collab na moda. Esse tipo de ação não dá muita chance para erro e ser assertivo em todas as etapas da coleção (de criar a produzir) é mandatório.

    Pense que, só de anunciar uma collab, já é o suficiente para causar buzz nas redes sociais e atingir muitos públicos além daqueles que têm afinidade pela moda no geral. Quando todo mundo está olhando para você, não dá para fazer feio.

    O Audaces360 é uma multissolução que permitirá você economizar tempo e tecido enquanto facilita o processo de concretizar o que está na sua inspiração.

    O sistema de modelagem traz ainda uma visualização realista sobre as peças, permitindo modificações mais próximas ao resultado final antes de materializar sua coleção.

    Entre as soluções estão:

    • Gerenciamento assertivo de coleções;
    • Automatização de fichas técnicas e pré-custo;
    • Desenvolvimento e modelagem em 3D;
    • Criação, digitalização e graduação de moldes direto no computador;
    • Alteração precisa no encaixe que garante o aproveitamento máximo de tecido;
    • Simulação, costura e aprovação de peças em 3D;
    • E experiências positivas para seus clientes no nosso ambiente de e-commerce.

    Agora, queremos um collab com você! Clique aqui e confira nosso e-book sobre como alavancar seu negócio de moda.

  • Descubra 5 livros de modelagem que toda modelista deve ter

    Descubra 5 livros de modelagem que toda modelista deve ter

    Resumo

    • Livros de modelagem são ótimos instrumentos de capacitação profissional, tanto para quem está no comecinho da carreira ou já tem prática e quer se especializar;
    • A internet tem muita informação, dificultando o filtro do conteúdo de qualidade, mas livros escritos por profissionais continuam sendo boas fontes de conhecimento;
    • Porém, nada é escrito em pedra e tudo pode evoluir. As lições ensinadas pelos autores dos melhores livros de modelagem podem ser aplicadas com mais assertividade na Audaces360. Faça o teste grátis!

    É natural que tanto profissionais em início de carreira quanto mais experientes que se interessem em aprimorar seu conhecimento. No entanto, há muita desinformação online, e muitos não sabem selecionar quais são os melhores sites de moda e livros de modelagem.

    No entanto, sites e pessoas experientes no mercado da moda podem ajudar nesse momento da carreira. A indicação de bom material de estudo faz total diferença na jornada de um profissional. Cooperação traz força ao mercado, todos ganham.

    Por isso, nós fizemos uma lista com os 5 melhores livros de modelagem para você ler e aprender mais a respeito do assunto. Conheça autores talentosos, como Mukai e Maggio. Também, aproveite e entenda melhor o que essa técnica é e a diferença de moulage.

    Faça uma boa leitura!

    5 livros de modelagem que vale a pena adquirir!

    5 livros de modelagem que vale a pena adquirir!

    1. Modelagem Prática Para Confecção de Roupas em Tecido Plano – Marlene Mukai

    É possível misturar antropometria com técnicas de modelagem brasileiras, inglesas, italianas, alemãs, francesas e coreanas. O resultado final, você confere no livro de Marlene Mukai. Entre seus ensinamentos, há 3 lições super valiosas, que são:

    1. Modelar respeitando a diferença das proporções de corpo;
    2. Conferir as medidas certas antes de cortar a peça;
    3. Escolher o melhor papel para moldar suas ideias.

    Por fim, esse livro ainda traz um material de apoio muito bom. Você recebe uma tabela de medidas e informações sobre como alterar os tamanhos dos moldes. Tudo isso, então, é ensinado no contexto de modelagem de tecidos de pano, técnica na qual Mukai é mestra.

    Encontre o livro aqui.

    2. Modelagem Industrial Feminina – Cristina Rollim e Elaine Radicetti

    Esse livro é ideal para quem quer avançar na carreira, mas não só pelas questões técnico-artísticas. O livro “Modelagem Industrial Feminina” é focado em modelistas que querem aprender a trazer um diferencial para o seu trabalho e competir no mercado.

    Cristina Rollim e Elaine Radicette mostram-se excelentes profissionais da área da modelagem. As autoras trazem sabedoria sobre como escolher os melhores valores para aspectos importantes de uma nova coleção.

    Entre eles, você aprenderá a lidar com caimento, vestibilidade, conforto, funcionalidade, forma e tendências. Tudo isso será ensinado pensando nas exigências do mercado e em como impressioná-lo.

    Encontre o livro aqui.

    3. Modelagem Prática Especial Lingerie e Moda Praia – Marlene Mukai

    Mukai é uma profissional tão incrível que seu material aparece duas vezes na lista de melhores livros de modelagem. Dessa vez, ela fala de dois assuntos bem específicos. São eles a lingerie e a moda praia.

    Esse livro serve tanto para profissionais planejando produtos para vender quanto para quem quiser desenhar pessoas originais para si mesmo. Entre as peças que Mukai ensina a fazer estão o corset, o top, a camisolas, sutiã, sungas, biquínis e muito mais.

    Encontre o livro aqui.

    4. Moulage: Arte e Técnica no Design de Moda – Annette Duburg e Rixt van der Tol

    Duburg e Rixt van der Rol trazem neste livro importantes lições sobre o moulage. Entre elas, estão os principais componentes de diversos tipos de peças de roupas. Assim, você aprende mais sobre a prática e a história dessa técnica da alta-costura.

    “Moulage: Arte e Técnica no Design de Moda” não é um livro puramente sobre prática. Ele também traz fatos importantes da história da moda, como os modelos mais importantes dos principais designers do século XIX.

    Encontre o livro aqui.

    5. Moulage, Modelagem e Desenho: Prática Integrada – Bina Abling e Kathleen Maggio

    Por fim, mas não menos importante, indicamos “Moulage, Modelagem e Desenho: Prática Integrada”. Nesse livro, Maggio e Abling ensinam sobre a integração das três atividades ditas no título, mostrando como elas são realmente praticadas na indústria da moda. Ou seja, integradas no processo criativo.

    A linha de raciocínio do livro segue uma ideia bem bacana de mostrar como funciona o processo de criação de uma peça de roupa passo-a-passo em contextos parecidos ao do seu tema central. Aliás, prepare-se para colocar a mão na massa. As autoras não ficam só na teoria, elas trazem exercícios passo a passo para você praticar suas lições.

    Encontre o livro aqui.

    O que é modelagem?

    O que é modelagem?

    A confecção de roupas acontece em várias etapas. Algumas podem servir para aprimorar, finalizar, ou melhorar uma coleção. No entanto, é impossível realizar um processo de confecção sem passar pela modelagem.

    Essa etapa altamente complexa é responsável por transformar todas as ideias e os conceitos por trás da coleção em moldes, para que então eles se concretizem como peças concretas e precisas. Inclusive, há muitas técnicas possíveis para ela.

    Entre as mais comuns, estão a modelagem:

    • Plana, a mais utilizada;
    • Vetorizada, conhecida como “o futuro da criação”; e a
    • Tridimensional, a “técnica moulage”.

    Todas elas possuem características próprias, sendo necessárias conforme cada ocasião. Diferentes tipos de confecções, peças, estilos e cenários podem exigir o uso de uma ou outra dessas opções.

    Leia mais: Dicas para melhorar o seu trabalho com modelagem

    Modelagem plana

    A modelagem plana ou bidimensional é a mais comum e praticada por profissionais da moda. Seu principal uso é na confecção de modelos e peças piloto, pela sua praticidade e rápida aplicação.

    Trata-se de reproduzir as formas em papel e adaptar seu desenho, linhas e proporções em 2D. Porém, roupas são tridimensionais, certo? Então, há necessidade de fazer adaptações matemáticas e geométricas.

    Sendo assim, é um método bastante técnico e exige anos de experiência ou facilidade com cálculos e percepções dimensionais para aplicá-la com eficiência.

    Algumas ferramentas são necessárias para aplicar a modelagem bidimensional. Primeiro, você precisa de instrumentos de medição, como réguas, esquadro, curvas francesas e outros que o projeto peça.

    Com elas, você fará linhas que dão origem aos chamados moldes básicos. Só que as dimensões não podem ter números provindos de especulação pura. Existem tabelas de medidas que o modelista usa para transpor graficamente o desenho original.

    Apesar dos cálculos, complexidade das técnicas e erros possíveis na hora de transpor o molde para um manequim tridimensional, não se assuste.

    Ela ainda traz pontos positivos, como facilitar o corte dos moldes, diminuir o desperdício de material e usar materiais simples e baratos em comparação a outras técnicas.

    Então, em termos de recursos, é ideal para quem está começando e quer se desafiar. No mínimo, servirá para estudo e criação de portfólio.

    Isso será vantajoso na hora de procurar por uma vaga em uma empresa de confecção ou captar investimentos se precisar apenas de exemplos práticos das suas ideias.

    Modelagem vetorizada

    Alguns profissionais, inclusive parceiros da Audaces, chamam a modelagem vetorizada de “o futuro da criação”. Seu outro nome, em inglês, é CAD que vem de Computer Aided Design, que pode ser traduzido como desenho com auxílio do computador.

    Esse tipo de técnica é uma ramificação das etapas da modelagem bidimensional, pois insere desenhos 2D de forma vetorial e informatiza.

    Há muitos softwares que ajudam na confecção de roupas, mas há ainda aqueles especializados na modelagem vetorizada, ou seja, construção de moldes direto no computador.

    Um bom exemplo de software para modelagem vetorizada é o Audaces Moldes. Esse software, que é integrável com outras soluções da Audaces 360, permite:

    • Ampliar seus moldes e planejar encaixes, sempre de forma precisa;
    • Desenvolver e modificar moldes direto no computador;
    • Graduar de forma simples o projeto, alcançando agilidade e qualidade;
    • Rapidez, precisão, inovação e velocidade;
    • Economia com tempo e matéria-prima ao encontrar automaticamente os encaixes certos e que usam menos tecido;
    • E tudo isso é facílimo de aprender.

    Modelagem x moulage (modelagem tridimensional)

    A diferença entre modelagem e moulage é que esta última é, na verdade, uma forma tridimensional de fazer seus moldes. No entanto, as duas são complementares e a prática é feita de forma invertida uma da outra.

    A moulage (modelagem em francês) é a ideia de usar um manequim de corpo inteiro ou busto como prova das suas peças.

    Você testa os pedaços de tecidos, compara com os modelos de plástico e vai envolvendo os corpos falsos enquanto registra o resultado em uma folha, como na modelagem 2D. E essa técnica traz inúmeras vantagens para os modelistas.

    Há uma liberdade criativa enorme que o artista pode explorar. Você pode usar o manequim como modelo de qualquer ideia. Conforme se faz os testes, é possível modificar formas, volumes, contornos e outros pontos.

    Ah, e além disso, o profissional pode criar modelos únicos e personalizados e verificar in loco o que funciona e o que não; No entanto, muitos profissionais não gostam dessa técnica e é por bons motivos. O desenvolvimento de coleções com o uso de moulage é muito mais lento e custoso.

    O material base da moulage é mais caro do que o usado normalmente nessa operação. E, se você usar o tecido que deseja para a peça final, haverá desperdícios caso o protótipo dê errado.

    Leia mais: 10 dicas para dominar a técnica da moulage

    Entenda como as soluções Audaces podem ajudar a colocar sua aprendizagem em prática

    Os diferentes profissionais autores de bibliografia da moda às vezes possuem opiniões divergentes, e isso acontece de fato às suas próprias vivências e próprios estudos. E, você não precisa escolher só um para ler e estudar.

    As lições desses livros, mesmo quando parecem se contradizer, são complementares. Ou seja, vale muito a pena conferir todos eles. O máximo que pode acontecer é você aprender um pouco mais sobre as técnicas e o funcionamento das ferramentas que não usa.

    No entanto, para tirar melhor proveito dessas lições, você precisa da multissolução Audaces360. Para cada etapa do processo de uma coleção, temos ao menos 5 maneiras de deixá-la mais assertiva, ágil e efetiva.

    Conheça a Audaces e descubra como é fácil fazer modelagem digital no Audaces Moldes!

  • 9 dicas para escolher a melhor mesa de corte de tecido

    O setor têxtil é caracterizado por um mercado extremamente competitivo, com prazos, necessidades e desafios constantes em termos de flexibilidade de produção e resposta rápida à mudança.
    Se sua empresa está pensando em comprar ou substituir uma mesa de corte de tecido para otimizar o tempo de produção e atingir metas, há algumas considerações necessárias para alcançar um ROI positivo.
    Nós identificamos nove delas e gostaríamos de propô-las a você no artigo de hoje.

    Para que serve a mesa de corte de tecido?

    Banco e máquina de corte são usados nas indústrias têxteis para cortar pedaços de material a partir de rolos ou camadas de tecido.

    https://youtu.be/ZaABg-wKgQc

    Nos próximos parágrafos analisaremos todas as funções e particularidades a serem avaliadas na escolha de uma mesa de corte de tecido que permita dar um salto qualitativo, otimizando tempo e custos de produção.
    Clique no tópico de seu interesse para ir diretamente para o parágrafo dedicado.
    A introdução de máquinas de corte e a aplicação de tecnologias cada vez mais inovadoras a estas ferramentas representaram uma verdadeira revolução para a indústria têxtil, levando a uma melhor eficiência e precisão de processamento.
    Comecemos por analisar as funções que agregam bastante valor para as empresas.

    Como escolher a melhor mesa de corte de tecido?

    1. Reconhecimento automático da espessura e do material

    Graças aos sensores, a cabeça de corte se torna um cérebro eletrônico real que adota automaticamente a melhor condição de corte específica para o tipo de material e a altura de enfesto calculada pelo cortador.
    Desta forma, não só a qualidade de corte é garantida em cada tecido, couro ou material técnico, mas a lâmina é preservada do estresse excessivo e quebra.

    2. Qualidade do corte e zero espaçamento entre as peças

    Especificamente, a qualidade de corte consiste na pressão e dobra corretas da lâmina, para ser aplicada aos materiais mais ou menos pesados e aos tecidos mais ou menos delicados.
    Esta atenção ao detalhe, combinada com a possibilidade de a máquina definir automaticamente os pontos de partida do processamento, reduzindo a zero o espaçamento necessário entre as peças, elimina o desperdício de matérias-primas.
    O impacto nos custos é óbvio, porque o material é otimizado ao máximo e você pode evitar disputas do cliente ou da empresa que segue o próximo estágio da embalagem.
    Mesmo as peças mais complexas podem ser feitas com marcações e contornos extremamente precisos, permitindo que as empresas respondam rapidamente a solicitações de amostras, protótipos ou quantidades limitadas.

    3. Monitoramento da tensão da lâmina

    Como vimos, as cabeças de corte equipadas com inteligência artificial permitem um monitoramento contínuo das condições de trabalho e das lâminas.
    Desta forma, o tempo de substituição ou afiação da lâmina pode ser calculado com antecedência, dependendo da rigidez do tecido, do número de camadas do rolo e das peças a serem produzidas.

    4. Facilidade de utilização e programação

    Toda a tecnologia contida nas novas máquinas poderia levar a pensar que, para sua programação, a mesa de corte deve necessariamente ser gerenciada por técnicos especializados e pessoal treinado.
    Nada disso: a verdadeira revolução reside na capacidade da máquina de tomar decisões e definir parâmetros de forma totalmente autônoma. As funções a serem ativadas pela equipe da sala de corte, pelo contrário, são muito simples graças às telas extremamente intuitivas.
    Conectar e compartilhar dados operacionais na nuvem também permite que os fabricantes intervenham remotamente, simplificando a manutenção.

    5. Necessidade de manutenção

    Em termos de manutenção – sem dúvida um dos aspectos que tem o maior impacto sobre o custo total da máquina e sobre a possibilidade de amortizá-la em um curto espaço de tempo para começar a obter um retorno sobre o investimento – a possibilidade de realizar intervenções também remotamente é um valor agregado notável para os fornecedores de máquinas.

    Inteligência Artificial: automação na moda

    Graças à computação em nuvem, o compartilhamento é imediato: todos os alertas são enviados em tempo real da máquina de corte para o aplicativo dedicado e também podem ser gerenciados pelo fornecedor para apoiar a manutenção.
    Não há mais interrupções desnecessárias para garantir a máxima eficiência.

    6. Segurança das operações

    Não pode haver progresso real sem maior segurança para toda a equipe na sala de corte. Hoje em dia, a eficiência e a inovação devem estar ligadas de duas formas a uma prevenção contínua de acidentes e lesões.

    Como é garantida a segurança das máquinas?

    A área de trabalho é cercada por sensores que a delimitam com uma grade virtual (representada no exemplo da imagem) e causam a interrupção imediata das operações se a presença de uma pessoa for percebida.
    A eficiência é garantida pela restauração autônoma assim que a área de trabalho estiver livre novamente.

    7. Custos de máquinas e matéria-prima

    Na avaliação da compra de uma mesa de corte e uma máquina automática, além dos custos e benefícios da transição do corte manual para o mecânico (ou o aumento da produtividade no caso de uma substituição de um sistema desatualizado), o foco deve estar nos custos de manutenção e no preço de mercado das matérias-primas.
    Além de verificar que existe a possibilidade de comprar peças de reposição facilmente disponíveis no mercado e matérias-primas genéricas, para reduzir custos, é aconselhável ser apoiado pelo fornecedor também na análise e cálculo preventivo do ROI.
    Sua disponibilidade e experiência servirão para medir a qualidade do produto e o nível de atendimento ao cliente.

    8. Consumo de eletricidade

    A economia de energia é uma questão importante em muitos aspectos. Em primeiro lugar, a eficiência e o consumo reduzido das máquinas de última geração não limitam o campo da inovação apenas às empresas que sempre trabalharam com corte automático.
    Mesmo pequenos laboratórios, na verdade, podem aproveitar todas as vantagens da automação. Aqueles que precisam substituir máquinas de corte mais antigas podem contar com economias de energia tão substanciais que amortizam rapidamente o investimento.
    O segundo ponto que merece um olhar mais atento é o da sustentabilidade da produção. Falamos sobre isso no próximo parágrafo.

    9. Sustentabilidade

    Há cada vez mais marcas que dependem de ideais verdes, tanto em termos de escolha de matérias-primas, quanto de rastreabilidade e certificação da cadeia de suprimentos.
    Um dos aspectos a destacar, ao propor sua oferta aos clientes para a fase de corte, é o respeito ao meio ambiente, do ponto de vista da economia de energia e do cuidado no uso de matérias-primas, para minimizar o desperdício da produção.

    Conclusão

    Resumindo, todas as funções e características de eficiência da mesa de corte devem ser incluídas nas inovações da quarta revolução industrial, onde a automação da usinagem evoluiu de forma independente, graças ao desenvolvimento de tecnologias como:

    • Nuvem;
    • Inteligência artificial;
    • Internet das coisas;
    • Sensores inteligentes;
    • Impressão 3D.

    Pensou em soluções tecnológicas para a sua confecção de moda? Pensou Audaces!

    Os dados estão no centro do processamento têxtil (e não apenas) porque permitem um planejamento eficiente, tempos de produção cronometrados, otimizados, alinhados com os objetivos e sempre disponíveis. As decisões são rápidas e seguras, permitindo que você responda às solicitações dos clientes e inicie a produção rapidamente.
    O monitoramento contínuo, ainda melhor se por meio de um aplicativo móvel integrado, dá acesso à análise das condições de trabalho, permite uma solução rápida de qualquer situação, mesmo remotamente, e otimiza as operações de manutenção.
    Com mais de 30 anos de experiência internacional e mais de 20 produtos projetados especificamente para o mundo da moda, a Audaces se destaca como referência em termos de inovação tecnológica na indústria têxtil.
    Quer saber mais e descobrir como podemos apoiar a transformação tecnológica do seu negócio? Entre em contato com um consultor Audaces e descubra mais sobre nossas soluções.

  • Aprenda a identificar os gargalos de produção e como eliminá-los

    Aprenda a identificar os gargalos de produção e como eliminá-los

    Resumo

    • Os gargalos de produção são problemas em alguma etapa que atrasa o processo, seja com lentidão ou travamento total;
    • Essas falhas atrasam o avanço da empresa, diminuem o faturamento e causam prejuízo, podendo levar à falência conforme a gravidade e a demora do conserto;
    • A assertividade nas produções permite um controle maior sobre as etapas das suas coleções. Faça o teste grátis da Audaces360 e comece a eliminar o desperdício.

    Gargalo de produção é um dos pesadelos de qualquer empresário, independente da indústria. Na moda, no entanto, há alguns agravos. Atrasar coleções e perder timing de lançamento, por exemplo, pode ter grandes consequências a curto e longo prazo.

    Os motivos pelos quais esses desperdícios acontecem costumam ser parecidos entre as empresas. Dessa forma, é mais fácil estudar as possibilidades, aprender com a experiência de outros profissionais e, finalmente, diagnosticar e remediar esses erros.

    Descubra o que é esse tal gargalo produtivo e como identificar se sua empresa está sofrendo com ele. Conheça também quais são os tipos mais comuns, as consequências que sua empresa pode enfrentar se não resolvê-los e sugestões de como eliminá-los.

    Faça uma boa leitura!

    O que é gargalo de produção?

    Gargalos produtivos podem afetar a qualidade do produto.

    Toda empresa de produtos tem um processo de planejamento e produção. Mesmo com o avanço da tecnologia e as novas formas de gestão, ainda há uma sequência de etapas sendo executada.

    Se, em alguma dessas etapas, uma equipe, máquina ou outro recurso não estiver produzindo como planejado, o processo fica mais lento ou trava totalmente. Em resumo, é isso que significa um gargalo produtivo.

    O único jeito de prevenir esse tipo de problema é ter domínio sobre os processos produtivos da empresa. O desconhecimento resulta em uma gestão deficiente e impede de identificar quando e onde esse problema está ocorrendo.

    Quem está começando no mercado da moda ou quer reestruturar o funcionamento da empresa, pode começar estudando os sistemas de produção mais adequados. Uma boa gestão das etapas desde o dia 0 ajuda a prevenir vários gargalos produtivos.

    Por que é tão importante identificar os gargalos de produção?

    Não conseguir diagnosticar e remediar os gargalos produtivos de uma empresa pode ter consequências graves. O rendimento das suas vendas diminui e dificuldades nas entregas podem afetar a imagem da sua empresa, dificultando negociações futuras.

    Negócios de indústrias específicas podem enfrentar problemas também específicos. Uma fábrica de alimentos, por exemplo, lida com prazos de validade e condições sanitárias de armazenamento.

    Confira abaixo os riscos que sua empresa corre ao ignorar os gargalos produtivos, inclusive alguns específicos do mercado da moda:

    Baixa produtividade na linha de produção

    O retorno sobre o seu investimento em mão de obra, máquinas e matéria-prima é reduzido quando o processo trava ou está lento. Dependendo do quão baixo for o rendimento, pode ser que você esteja pagando por mais do que produz, resultando em prejuízo.

    5 dicas para aumentar a produtividade na confecção.

    Falta de previsibilidade

    Quando a entrega estará pronta? Qual será a qualidade do produto? Qual será o faturamento do mês? Aos poucos, os números ficaram mais desconexos da realidade, resultando em prejuízo.

    Além disso, você terá dificuldades em firmar contratos de vendas com precisão ou passar segurança para seus clientes em suas negociações. Caso procure por investidores ou sócios, a falta de conhecimento da própria empresa afastará os melhores.

    Pouca qualidade no produto final

    Máquinas com defeito, matéria-prima insuficiente e outros tipos de erros afetam a qualidade dos produtos. Dessa forma, há desperdício de material, tempo e dinheiro. Os negócios do mercado fashion que usam insumos de luxo podem sofrer ainda mais com esse gargalo.

    Aprenda a fazer o inventário de estoque da sua confecção.

    Impossibilidade de definir a capacidade exata de produção

    Não saber quanto sua empresa é capaz de produzir dificulta o fechamento de contratos, processos de negociação, cálculo de compra de material, e elaboração de estratégias de vendas. Os investimentos feitos podem ser abaixo ou muito acima do necessário.

    Toda aplicação de dinheiro deve ser feita com previsão de retorno no lucro ou ao menos no faturamento para reinvestir no negócio. Se um empresário não tem conhecimento sobre o quanto consegue entregar, tem menos ainda sobre quanto vai receber.

    Aumento de custos operacionais

    Deixar os recursos se tornarem ineficazes exigirá investimento a mais para atingir o volume e a qualidade de produção desejados. Cada etapa custará mais em mão de obra, energia, manutenção de máquinas e insumos do que precisaria.

    Além disso, pode submeter os colaboradores e as ferramentas a um estresse de trabalho elevado. Como consequência, poderá danificar instrumentos, perder profissionais ou até mesmo se sujeitar a processos trabalhistas se não administrar os danos da forma correta.

    Reduza custos de produção com a sala de corte automatizada 4.0

    Perda de timing

    O mundo da moda é dinâmico e as tendências mudam sem avisar. Para aproveitar as altas do mercado é preciso ser estratégico no planejamento e lançamento de coleções. O atraso na produção pode fazer uma empresa perder o timing.

    Quanto mais tarde suas peças saírem, mais vendas são perdidas para a concorrência. E como se isso não fosse o suficiente, corre-se o risco de parecer um plágio. Se dois ou mais designers tiverem ideias inovadoras parecidas, a autoria é de quem lança primeiro.

    Tendências de moda e por que usar essa ferramenta na confecção.

    Tipos mais comuns de gargalos de produção

    Profissional conferindo processos da confecção.

    Há diversos motivos pelos quais uma empresa pode apresentar um processo de produção atrasado ou ineficaz. Entre todos eles, há 5 que são os mais comuns de serem encontrados em negócios de qualquer área.

    Não é raro uma empresa apresentar mais do que um gargalo de produção. E mesmo que ela não esteja com tantos problemas desse tipo, investir no aprimoramento das etapas é uma oportunidade de aumentar a produtividade e, por consequência, as vendas e o lucro.

    Gestão de estoque ineficaz

    O empresário precisa ter todos os números do seu depósito à mão. Isso vale tanto para desde a matéria-prima até a mercadoria final. Do contrário, podem faltar insumos de produção ou produção de quantidade inadequada dos itens.

    Insumos de má qualidade

    Ao usar materiais de má qualidade, alguns produtos precisam ser refeitos. Os custos com gasto extra de insumos e o desperdício do investimento em itens defeituosos são problemas escaláveis. Se as mercadorias forem à venda antes da identificação dos defeitos, o prejuízo será ainda maior.

    Problemas com fornecedores

    Em certas situações, o gargalo de produção está na mão de terceiros. Fornecedores que atrasam, danificam ou erram a entrega interferem no processo e causam prejuízo à empresa.

    Mesmo que seu fornecedor entregue com qualidade de forma consistente, isso não evita que eventualmente algum erro aconteça e, mesmo que por acidente, o material entregado não corresponda às suas necessidades.

    Muitos empreendedores ficam apenas na confiança e não fiscalizam as entregas. Os erros acidentais passam despercebidos e isso resulta em problemas na produção.

    Maquinário defeituoso

    Equipamentos com defeitos podem atrasar o processo, danificar os produtos ou até mesmo machucar fisicamente os colaboradores. Algumas máquinas demoram para apresentar grandes defeitos e aos poucos podem causar cada vez mais prejuízo à sua produção.

    Aprenda como escolher uma máquina de enfesto

    Colaboradores sem treino ou desmotivados

    As mudanças na gestão e no processo de produção podem afetar o rendimento dos seus colaboradores. Não adianta atualizar seu maquinário se quem opera não souber usar ou estiver sem motivação para produzir.

    Como identificar e eliminar os gargalos de produção?

    Os gargalos produtivos são bastante comuns na indústria. Sendo assim, muitos desses problemas já possuem solução. Inclusive, simplesmente modernizar suas etapas, como digitalizar moldes, não só resolve problemas como melhora o que já está bom.

    Descubra abaixo como diagnosticar e consertar os erros que podem estar atrasando ou travando seu processo. Depois, considere a contratação ou capacitação do seu gerente de produção, um profissional importante para manter a empresa funcionando.

    Mapeie todo o processo para encontrar o gargalo

    Retome o controle sobre a sua produção para encontrar onde estão vazando os recursos da sua empresa. Para isso, é necessário mapear todos os passos e analisar um por um para entender onde que o processo está sendo travado.

    O mais indicado é que o empresário faça esse mapeamento desde antes de começar a produzir. No momento em que você planeja e instala a estrutura do processo, é importante já ter anotado quais são as etapas. Modifique conforme ocorrerem mudanças.

    Defina o melhor tipo de processo produtivo para a empresa

    Nem toda empresa do mesmo segmento precisam usar o mesmo tipo de processo produtivo. Cada situação pode pedir uma estrutura física ou organização de profissionais diferentes. Seja coerente com as necessidades do seu negócio.

    Entre os tipos mais comuns, há os sistemas de produção contínua, intermitente e produção para grandes projetos. É possível ainda aliar o Just in Time e o Lean Manufacturing. Para otimizá-los, é necessário aliar-se à tecnologia.

    Organize indicadores de desempenho (KPIs)

    Os “Key Performance Indicators” são ferramentas que permitem analisar o desempenho de qualquer aspecto da sua empresa. É possível acompanhar suas vendas, sua produção, e até organização interna.

    Normalmente, os gestores têm apenas uma KPI por setor para monitorar por período, conforme estratégia. Dessa forma, as métricas ganham foco e é mais fácil encontrar soluções. Tentar resolver tudo ao mesmo tempo pode ser contra-produtivo e levar a erros.

    Há 7 indicadores de desempenho que geralmente são usados para avaliar a produção:

    1. Eficácia Geral do Trabalho (OLE);
    2. Produtividade Homem/Hora;
    3. On Time In Full – OTIF;
    4. Tempo Médio para Reparo (MTTR);
    5. Tempo de Inatividade;
    6. Tempo médio entre Falhas;
    7. Eficiência Global dos Equipamentos (OEE).

    Invista na sua equipe

    O investimento nos colaboradores precisa acontecer em duas áreas. A primeira é o bem-estar dos profissionais. A segunda é a capacitação. Afinal, investir na prata da casa é sempre mais econômico e traz benefícios como conquistar a lealdade dos funcionários.

    Implementar estratégias de endomarketing manterá a moral da equipe alta. Pessoas motivadas se importam mais com o resto do processo. Assim, apresentam mais resultados, o que aumenta sua autoestima. Se torna um ciclo positivo.

    Palestras, cursos e até auxílio na pós-graduação, por exemplo, permitirá seu colaborador ter um rendimento maior e oferecer serviços melhores. O senso de gratidão ainda o fará se dedicar mais.

    Modernize seus processos com tecnologia

    Digitalizar as etapas de produção e implementar sistemas mecânicos inovadores diminui os riscos de aparecer um gargalo produtivo. E, caso apareça, se torna ainda mais fácil de identificar.

    O investimento em modernização da empresa sempre recebe retorno a médio e longo prazo. A melhora na qualidade, o aproveitamento da matéria-prima e eficiência da mão de obra são alguns exemplos de benefícios.

    Elimine gargalos na sua produção com o apoio da tecnologia Audaces

    É possível eliminar os gargalos de produção das suas coleções de moda com a multissolução Audaces360. Entre nossas várias inovações tecnológicas, você encontra:

    • Audaces Idea: automatização de fichas técnicas e pré-custo, que ainda facilita a comunicação entre Estilo e Modelagem, evitando retrabalho;
    • Audaces 4D: desenvolvimento claro de modelos 4D com otimização de matéria-prima;
    • Audaces Isa: gerenciamento de coleções com transparência, assertividade e controle;
    • Audaces Digiflash: digitalização de moldes por unidade ou conjunto, aumentando a produtividade de cada coleção;
    • Audaces Moldes: criação, graduação e ampliação de seus moldes enquanto se planeja encaixes com precisão em poucos cliques;
    • Audaces Encaixe e Supera: aproveitamento máximo de tecidos através de uma seleção automática e veloz de encaixes;
    • Audaces 3D: simulação, costura e aprovação de peças em 3D, economizando custos com prototipagem e renderizando imagens para marketing e vendas;
    • Audaces Shape-U: plataforma de e-commerce integrada aos processos da coleção.

    Faça um teste grátis e não deixe seu sucesso ficar preso no gargalo!

    Confira também nosso e-book:

  • Conheça sistemas de corte de tecido para monitorar sua produção

    Conheça sistemas de corte de tecido para monitorar sua produção

    Os sistemas de corte, que tradicionalmente diziam respeito à indústria têxtil, moveleira e de vestuário em geral, hoje fazem parte dos processos de produção da indústria automotiva, de segurança, e até mesmo de varas de pesca, graças ao uso de materiais flexíveis cada vez mais inovadores.

    A necessidade de otimizar as atividades, aliada à exigência de oferecer aos clientes produtos de excelente qualidade e máxima flexibilidade em termos de produção, é responsável pelo desenvolvimento de soluções avançadas para o corte de tecidos. Aprofundaremos mais sobre esse tema no decorrer deste artigo.

    Sistemas de corte: que inovações revolucionarão a produção?

    As principais inovações tecnológicas em comparação com os sistemas de corte de tecido se enquadram no escopo da Indústria 4.0 – entraremos em mais detalhes abaixo.

    A transição histórica representada pelo 4.0 nos têxteis, e não apenas neste setor, é a da automação à autonomia. Todas as funções que graças à informatização poderiam ser realizadas de forma independente pelas máquinas, hoje não exigem procedimentos complexos de programação, nem a intervenção de técnicos especializados para estarem operando.

    Graças à inteligência artificial, incorporada em sensores inteligentes, para citar apenas um aplicativo, mas também a Internet das Coisas, a nuvem e as tecnologias integradas, as máquinas avançadas são capazes de adaptar as configurações, reconhecendo o material usado, a espessura a ser cortada e o processamento exigido.

    Como escolher entre os melhores sistemas de corte?

    Em primeiro lugar, um critério para escolher a máquina certa para o seu negócio é a oferta de uma maior flexibilidade em relação aos volumes de produção. O mercado mudou definitivamente e a necessidade do setor têxtil em comparação com alguns anos atrás diz respeito, em particular, à adaptabilidade a diferentes tipos de produtos, dependendo das demandas das empresas clientes.

    O consumo de energia é um dos aspectos que tem restringido a propagação de máquinas em empresas que preferiram continuar com o processamento e corte de tecidos à mão. Hoje, as soluções avançadas permitem reduzir consideravelmente a absorção de energia, resultando em um excelente investimento que compensa em um curto período, especialmente se você está considerando a substituição de máquinas antigas.

    Sistemas de corte são indispensáveis para a Indústria 4.0, como o Audaces Neocut Bravo.

    Outro item de custo significativo é a compra de matéria-prima e a manutenção de máquinas. Tecnologias inovadoras permitem detectar anomalias e ativar notificações, enviando-as diretamente para smartphones via app, para evitar quebras e intervir antes que ocorram problemas, otimizando tempo e despesas.

    Vamos agora para o que muitos consideram a palavra de ordem da Indústria 4.0, ou seja, a integração.

    A chave para o controle da produção: integração

    A integração que orientou o desenvolvimento dos sistemas de corte mais inovadores é total e completa. Resulta no compartilhamento automático de informações e dados de todos os tipos, não apenas entre as diferentes máquinas, mas também entre sistemas de hardware e software, bem como entre funções pertencentes a diferentes departamentos.

    Tente pensar sobre a quantidade de horas gastas hoje para compilar relatórios, trazê-los de volta em um segundo arquivo para ser legível para outro programa, talvez com os mesmos dados inseridos por colegas no departamento de compras para outros fins. Agora imagine uma ferramenta que se comunica perfeitamente com as máquinas na sala de corte, comunica as informações necessárias para cada departamento e alerta o gerente de produção se, por exemplo, ocorrer uma anomalia.

    Sistemas de corte à serviço da Indústria 4.0

    A transformação digital proposta pela Indústria 4.0 coloca as empresas diante de desafios competitivos significativos, é verdade, mas com o parceiro certo podem se mostrar alavancas estratégicas imperdíveis.

    A inteligência artificial e o big data, como todas as revoluções industriais, podem criar medo pela modificação necessária dos processos de produção. No entanto, graças ao compartilhamento de dados e habilidades, os novos sistemas de corte tornam-se intuitivos não apenas em uso, mas também e sobretudo na definição das atividades, sem a necessidade de adquirir noções técnico-informáticas particulares.

    Se sua empresa está na difícil situação de ter que renovar a frota ou decidiu comprar uma nova máquina e tomar o caminho da digitalização, é essencial considerar que ela oferece uma oportunidade real de melhorar a eficiência da produção, atender aos padrões de qualidade e reduzir os custos, desperdício e consumo.

    Qualidade, precisão de corte e máxima utilização de matérias-primas, para reduzir o desperdício e otimizar os custos de produção são prerrogativas da Neocut Bravo, a máquina extremamente segura que interrompe as operações de forma autônoma assim que percebe uma presença na área de trabalho. A Neocut Bravo é silenciosa, possui uma interface simples e intuitiva, garante máxima eficiência energética e baixos custos de manutenção.

    Economize tempo valioso para projetar o desenvolvimento do seu negócio. Conheça todas as soluções Audaces para Indústria 4.0 e todas as dicas para transformar sua empresa tornando-a ágil, flexível e pronta para os desafios do mercado.

  • Aprenda a otimizar o encaixe de moldes com Audaces Supera

    Aprenda a otimizar o encaixe de moldes com Audaces Supera

    Um dos facilitadores no processo de desenvolvimento de produto é a solução Audaces Supera. Um servidor de encaixe que economiza ainda mais matéria-prima e tempo de produção. Com ele, é muito mais fácil aliar qualidade e performance nos encaixes e o retorno pode ser visto já no primeiro mês de uso. Confira algumas facilidades dessa ferramenta, que é integrante da multissolução Audaces 360:

    • Possibilidade de trabalhar no Audaces Encaixe paralelamente ao processamento dos arquivos no Audaces Supera;
    • Diferentes usuários podem enviar arquivos de encaixe para o mesmo servidor;
    • Reordenar os arquivos da fila de encaixe conforme a prioridade;
    • Criar e gerenciar filas de encaixe disparados por diferentes computadores;
    • Cancelar e remover arquivos de encaixe conforme a necessidade;
    • Principais informações do arquivo de encaixe visíveis na interface do software;
    • Melhores resultados gerais de aproveitamento.

    De acordo com informações de empresas do mercado da Moda, cerca de 60% do custo de uma peça está na matéria-prima. Por isso, desenvolvemos uma tecnologia feita para garantir o máximo de economia para o seu negócio.

    Algumas vantagens que você terá com o Audaces Supera

    1. Cálculos automáticos

    Deixe seu computador trabalhar para você. Graças à Inteligência Artificial aplicada ao software, é possível criar filas de encaixes para serem calculados de forma automática.

    2. Estação de trabalho liberada

    Ao invés de ficar esperando o processamento ocorrer, o Audaces Supera é um servidor que deixa a sua estação de trabalho livre enquanto realiza o encaixe.

    3. Fila de encaixe (servidor de encaixe e priorização)

    O Audaces Supera proporciona uma fila de encaixes em que você pode gerenciar a ordem de prioridade. Assim, basta deixar a solução realizar os encaixes automaticamente.

    4. Maior aproveitamento

    Devido ao coprocessador Supera, existem mais algoritmos de encaixe, que são responsáveis por até 3% a mais de economia no comprimento.

    Calculadora Supera: saiba o quanto você pode economizar!

    Você já se perguntou o quanto de desperdício é gerado pela sua confecção? Se este questionamento nunca lhe ocorreu ou se você já se perguntou, mas não soube como fazer o cálculo, saiba que temos a solução para esse problema!

    Com a Calculadora Supera, você calcula o quanto, em reais, sua empresa pode economizar por meio da otimização do encaixe e do corte de moldes processados pelo Audaces Supera. Assim é possível ter em vista as vantagens de se investir em nosso servidor.