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11/12/2015

Luis Fernando Pipi: “O design de superfície deixou de engatinhar e está no caminho certo”

Por Carol Beltran

Coordenadora de produção e docente de moda visual merchandising

 

Há mais de 20 anos criando estampas, Luis Fernando Aita Pipi é formado em Desenho Industrial pela Ulbra/Canoas (1995) e Mestre em Design e Tecnologia/UFRGS (2010). Ele já trabalhou para marcas como Renner, Colcci e FreeSurf, mas hoje é dona da sua marca, a Ploc!. Nesta entrevista, ele fala sobre design de superfície, sua carreira e sua experiência acadêmica e comercial.

 

Como você viu/decidiu que o design seria sua profissão? Quais fatores você levou em consideração?

A decisão veio se moldando durante os meus primeiros anos de vida até a idade adulta. Eu e meu irmão sempre fomos estimulados e influenciados por nossos pais em diferentes artes, como música, desenho e pintura. Com 6 anos frequentávamos a escolinha de arte da Universidade Federal de Santa Maria. Passei a adolescência frequentando a galeria de arte que minha mãe tinha, onde tinha contato direto com muitos artistas no meu dia-a-dia. Antes de prestar vestibular surgiu a dúvida entre escolher por fazer Belas Artes ou Design. Nesta época, eu tinha uns 17 anos, já pintava camisetas e testava técnicas como tye dye pra vender para os amigos. A decisão pelo design pesou bastante pelo mercado de trabalho mesmo.

Como você vê o design de superfície no Brasil e no exterior?

O design de superfície, no Brasil, deixou engatinhar e está caminhando bem, pelo caminho certo. Como todo começo e comparando com o exterior, ainda temos muito o que pesquisar, aprender e nos especializar.

Quais grandes marcas você já trabalhou? Como isso colaborou para sua carreira?
Trabalhei para marcas como: Renner, Colcci (na Califórnia) e, aqui no sul, FreeSurf. Acho que todas as experiências e desafios são válidos, independentemente do tamanho da marca. É importante ter a experiência do "chão de fábrica", ou seja, acompanhar de perto todos os caminhos de uma produção, desde a criação da estampa, finalização de arte, prova de cores na serigrafia, peças piloto até o produto final nos pontos de venda.

O que te inspira a criar estampas?

As inspirações vêm de todos os lados, às vezes de um filme, música, desenho, pessoas, enfim, da vida! Acho que todo designer deve ser como uma esponja e absorver tudo que está a sua volta. Afinal, quem trabalha com criação está sempre com as antenas ligadas, até mesmo quando estamos sonhando.

Você tem a marca própria de estampas e como é ver sua marca nas ruas?

Hoje tenho a marca Ploc!. É muito legal ver as pessoas andando nas ruas orgulhosas de vestir uma ideia que é sua.. É a mesma emoção de quando comecei a carreira há 16 anos atrás.
 

Saiba mais:
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